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Adorei o surpreendente In My Father's Den. Por tudo, recomendo... "Don't be frightened by the possibility, son. She's a wonderful mistress." [fotografia: outnow.ch]High Country WeatherAlone we are born And die alone Yet see the red-gold cirrus over snow-mountain shine. Upon the upland road Ride easy, stranger Surrender to the sky Your heart of anger. ( James K. Baxter) [Oiço Mirrored, de Battles. Depois, Boxer, de The National. Já não falta muito para An End Has A Start, de Editors, e para Places Like This, de Architecture In Helsinki...]
[Pavilhão Atlântico...]
Despertar. Escolher. Inventar-me nesse caminho em que me levo ao futuro, numas partes tão duro, noutras tão sozinho... [Vibro com All My Friends ( LCD Soundsystem vs Franz Ferdinand)... Depois, And the Hun Hangar Ensemble, dos húngaros A Hawk and A Hacksaw. E tu? Podes devolver-me o DVD que te emprestei? :-)]
Recordo a dança... Tu, no centro. Cá dentro... [Lisboa, numa noite em que o tempo parou...][Não tenho passado por aqui... Thomas Mann wrote that he would rather participate in life than write a hundred stories. O meu coração tem batido ao som de Modest Mouse, A Sunny Day in Glasgow, Stars of the Lid, Dinosaur Jr., Frog Eyes, Woodpigeon, Peter And The Wolf, Polytechnic, Feist e Lost In The Trees. Blind Date, de Bill T. Jones, não me deixou dormir. Gostei. Entretanto, amanhã vou conhecer Icons, Abstract Thee EP, de Of Montreal...]
Não me apetece escrever. Antes viver... "Your greatest creation is the life you lead." (Jonathan Caouette?) [fotografia: www.wellspring.com][Amanhã: CSS. No dia 6, Fujiya & Miyagi, também no Lux. Finalmente, vi Tarnation...]
Há dias menos que outros. Ainda bem. Porque há dias mais também... [Oiço The Return To Form Black Magick Party, de Pop Levi, com concerto marcado para o dia 31 de Março, em Lisboa...]
Esquece-se o tempo de passar... Vai-se a ânsia de partir, e a pressa de chegar... Resta este desejo de ficar, na doçura desse olhar... [Oiço Writer's Block, de Peter Bjorn And John...]
"[...] Caíam lentamente na voragem Como duas estrelas que gravitam Juntas para, depois, num grande abraço Rolarem pelo espaço e se perderem [...]"(Vinicius de Moraes) [Oiço Robbers & Cowards, de Cold War Kids...]
Hic et nunc. Fortis et liber. Fiat Lux... [Lisboa, a meio dos dias...][Oiço Sounds Like Silver: www.lcdremixed.com...]
Pesadelo. Daqueles... Violento. E sangrento... Uma guerra inventada na paz da almofada... Mas tão real. Tão brutal. Que permanece e me sufoca. Ainda... Depois de abertos os olhos cegos na escuridão da noite interrompida. Tão real. Visceral... Esta morte que em sonhos me visita. Mas que outros encontra acordados nos becos da vida, em horas de despedida. Neste meu tempo ofegante, e noutro espaço distante... [Estremoz no fim-de-semana passado... Mais fotografias aqui!][Oiço Bad Dream Good Breakfast. Depois, regresso a Cryptograms, de Deerhunter...]
"Sou uma pessoa verdadeira" - dizes-me convictamente. Deves ser a primeira... E as outras de que te demarcas, como são? Mas desde quando é que isso é coisa de sim ou não? Se és, todos somos, e eu também. Ou então não é ninguém... Mas porventura alguém consegue ser realmente sincero consigo mesmo, e com os outros, em cada momento, e sempre? Quem, na vida, e nas relações, tem a capacidade de ser totalmente transparente? Diz-me tu, se és diferente... Não posso se não aceitar a ideia de que as pessoas me rodeiam, em parte, pelo que aparento ser. Acredito ser um trabalho para a vida, esse de ir sendo cada vez mais verdadeiro, esse de ir tentando dar-me inteiro... Mas é este o caminho por onde vou, este de procurar ser quem sou. E se escolheres acompanhar-me, e vieres comigo, que seja porque é verdade o que te dou, meu caro amigo... [Amanhecer de hoje...][Oiço A Weekend In The City, de Bloc Party. Estreia amanhã As Vidas dos Outros...]
Recordo a força da tempestade, e o sentido... O azimute, e o gigante enraivecido. As vagas infinitas entre dois cabos, e o rumo. Firme. A conquista desse Norte salgado, noite fora, por esse mar de outrora... E agora? Para onde aponto a proa castigada? Onde descubro essa paz da madrugada? [Algarve, 1994][Oiço Gulag Orkestar, de Beirut...]
Mais 20 mil soldados americanos no Iraque... E mais bombardeamentos na Somália... "When war becomes that profitable, you're going to see more of it." (Chalmers Johnson, CIA 1967-1973) [fotografia: outnow.ch]"In the councils of government, we must guard against the acquisition of unwarranted influence, whether sought or unsought, by the military-industrial complex. The potential for the disastrous rise of misplaced power exists and will persist." (Dwight D. Eisenhower, Farewell Address to the Nation, 1961) [Entretanto, a chuva acompanha a harpa de Joanna Newsom, em Ys. Depois, regresso a Transparent Things, de Fujiya & Miyagi...] ... Why We Fight . www.sonyclassics.comWhy We Fight [IMDB] . www.imdb.comMilitary-industrial complex [wikipedia] . en.wikipedia.org
Despido, como as árvores do largo do poeta, viajo pelo tempo passado. Desfocado. Vou numa máquina movida a memórias. De mil histórias. Despido, mas vivo, como as árvores do largo do poeta... [Estremoz, 31.Dez.2006][Saudades dessas noites de lareira, tão longe e tão perto... Oiço LateNightTales, de Air. Depois, Wincing The Night Away, de The Shins. Passa o tempo, e eu ainda sem ter ido ver La Science des Rêves...]
A vida é bela...  [Lisboa . 24.Dez.2006]
Será que tenho andado de olhos fechados? Ou terá sido hoje a primeira vez que me cruzei com um pintassilgo nesta praça solarenga? Esvoaçava colorido por entre as flores da manhã... Subitamente, era eu quem pairava sobre as searas ondulantes da minha infância, dessa terra de gente quente, para além da saudade e do Tejo... [fotografia: www.ivnvechtplassen.org][Oiço Transistor Radio, de M. Ward...]
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