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"Não sou senão este tempo que decorre entre fugir de me encontrar, e me encontrar fugindo." (José Mário Branco, FMI [ parte 1 | parte 2]) [Viagens sem regresso . Cruzeiro Seixas . Gulbenkian][Oiço Junior, o novo de Röyksopp. Muito interessante, a entrevista de Carlos Vaz Marques a John Gray, autor de Sobre humanos e outros animais. Bem como a conversa com Aldo Naouri, dirigida aos progenitores...]
"Obstáculo foi coisa que jamais me importou; procurei sempre seguir a lição dos rios: tiram a extensão e variedade de seu curso daquilo que se lhes opõe; ou das pedras: depende do que somos esbarrarmos nelas e nos queixarmos, ou subir-lhes em cima e ver mais longe." (Agostinho da Silva)
"We drive into the future using only our rearview mirror." (Marshall McLuhan) [Vale a pena ver The Healing Fields...]
"We shall not cease from exploration and the end of all our exploring will be to arrive where we started... and know the place for the first time." (T. S. Eliot) [Verdadeiramente delicioso: Dialogue Avec Mon Jardinier...]
- Why does the past make you laugh? - It's just a story, it's very insignificant, it's very shallow... - Isn't your past who you are? - Not this child's past. The past is a story, it's like a book. Am I a book? [ Autor brasileiro (?) desconhecido... ][Depois de One Hundred Miles from Thoughtlessness, de Noiserv, oiço March of the Zapotec, o novo de Beirut. De seguida, vou ficar a conhecer The Pains of Being Pure at Heart... E já agora, recomendo Sobre Humanos e Outros Animais ( Straw Dogs), ensaio do britânico John Gray. Por último, vale a pena ver o novo documentário de Werner Herzog, Encounters at the End of the World...]
"I have lived through much, and now I think I have found what is needed for happiness. A quiet secluded life in the country, with the possibility of being useful to people to whom it is easy to do good, and who are not accustomed to have it done to them; then work which one hopes may be of some use; then rest, nature, books, music, love for one’s neighbor — such is my idea of happiness. And then, on the top of all that, you for a mate, and children, perhaps — what more can the heart of man desire?" (Leo Tolstoy in Family Happiness")  [No repeat: Por Una Cabeza, de Carlos Gardel, numa versão de Goran Bregovic e Emir Kusturica; Microcastle, de Deerhunter; e Another World, o novo EP de Antony & The Johnsons...]
"It is no measure of health to be well adjusted to a profoundly sick society." (Jiddu Krishnamurti)
"On ne peut découvrir de nouvelles contrées sans consentir à perdre le rivage de vue pendant très longtemps". (André Gide)
Caminho pela margem. Procuro essa ponte para as palavras...
"No fundo, é isso, a solidão: envolvermo-nos no casulo da nossa alma, fazermo-nos crisálida e aguardarmos a metamorfose, porque ela acaba sempre por chegar." (August Strindberg) [Cavity I . Mats Tusenfot . beinart.org][Oiço Dear Science, o novo álbum de TV on the Radio...]
"Para mim, o maior dos suplícios seria estar sozinho no Paraíso." (Johann Wolfgang von Goethe) [Breaking Up . Laurie Lipton . beinart.org][Oiço með suð í eyrum við spilum endalaust, o novo álbum dos islandeses Sigur Rós. Vale a pena conhecer o trabalho do britânico Bruce Parry. Algumas das suas experiências estão online, tal como Going Tribal - Lost Islands of Anuta...]
Por aqui deixo o resultado de algumas experiências, sobre as quais tive a oportunidade de escrever... Distribuidor de jornais gratuitos . 2008.06.08 [ ZIP 700KB ] Vigilante mobile . 2008.08.03 [ ZIP 632KB ] Carteiro . 2008.08.24 [ ZIP 544KB ] Parecem saber a pouco, esses breves momentos em que o carteiro distribui sorrisos que ninguém mandou, em que entrega palavras que ninguém escreveu... [Infelizmente, não vou poder assistir a Mona Lisa Show, em cena de 9 a 12 de Outubro no CBB. Entretanto, continuo a ouvir Wake From Your Slumber, dos portugueses Instead. E depois, vou escutar, pela primeira vez, Bring me Your Love, de City and Coulour...]
"When we wish to fully understand something we are observing, we must fully understand who is looking." (De Es Schwertberger) [William White, Chicago Art District Gallery: visionarypaintings.com]
"Silencio é felicidade [...]", e é também "[...] o oceano em que todos os rios de todas as religiões desaguam", diria Thayumanavar [தாயுமானவர்)], do séc. XVIII. Ao que Francis Bacon, de antes disso, responderia, que "o silêncio é a virtude dos loucos". "Será a linguagem a expressão adequada para todas as realidades?", perguntaria Nietzsche... "Fala se tens palavras mais fortes do que o silêncio, ou então, guarda silêncio", diria o poupado Eurípedes, do lado negativo do calendário mainstream. Porque "a palavra é tempo", e "o silêncio é eternidade" (Maurice Maeterlinck). "O melhor uso que se pode fazer da palavra é calar-se", concordaria Chuang Tse. Porque "o poema não é feito dessas letras que eu espeto como pregos, mas do branco que fica no papel" (Paul Claudel). "O silêncio é uma confissão", diria Camilo Castelo Branco, em bom português. "É melhor ser rei do teu silêncio do que escravo das tuas palavras", sublinharia Shakespeare, divertido. "Nunca quebres o silêncio se não for para o melhorar", tocaria Beethoven, noutro ponto...E nuestro hermano, muito atento, lembraria que "o silêncio é a retórica dos amantes" (Pedro Barca). Mas, mesmo vindo à baila o amor, falaria ainda o senhor paradoxo (Agostinho da Silva), porque "só falando preservas o silêncio". E assim iriam, noite dentro, rumo ao indizível... Para mim, se é que as palavras me permito usar... Hoje... O silêncio tem a dimensão do que és... [De Es Schwertberger: http://www.dees.at][Vale a pena ir com Louis Theroux: Indian Enlighnment (parte 1 a 6)]
O Infinito começa em mim...
"O poema não é feito dessas letras que eu espeto como pregos, mas do branco que fica no papel". (Paul Claudel)
There must be some way out of here... [Oiço o choro dos violinos de One More Cup of Coffee, de Bob Dylan, depois de ter chegado ao fim de I'm Not There...]
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