"Congrego os fantasmas dos velhos piratas em torno do silêncio... Solto as amarras da eterna solidão, firmo as mãos calejadas no leme, sem prender, e derramo na imensidão do horizonte as mais íntimas perplexidades. Acordo a manhã funda com um grito: "Mar à vista! Mar à vista!" Sou dono do porvir, mestre dos ventos e senhor das tempestades..."
(Manuel Albernoa)
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